SÃO PAULO – Pelo menos em uma empresa, os recentes aumentos da taxa básica de juros (Selic) foram bem-vindos: a BB-Mapfre, parceria entre o Banco do Brasil e a seguradora espanhola Mapfre. Veja as empresas que são notícia nesta segunda-feira (22):
Mãozinha do BC – Inflados pelo aumento da Selic, os ganhos financeiros da BB-Mapfre deram um salto em 2015, ajudando a seguradora a lucrar 30% mais. O grupo, que reúne operações do Banco do Brasil com a espanhola Mapfre, fechou o ano com lucro líquido de R$ 2,14 bilhões.
Mercado? Tô fora – Após selar o acordo para vender o banco suíço BSI, o BTG Pactual está considerando um plano fechar seu capital, de acordo com a Bloomberg. A instituição negocia a ajuda de potenciais parceiros para comprar 116,7 milhões de ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, explicou uma das fontes da agência de notícias.
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Barrados – A Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 500 milhões da Samarco, para assegurar a efetivação de medidas para recuperação do meio ambiente e da área urbana do município de Barra Longa (MG), um dos mais atingidos pelo rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), em novembro de 2015.
Pé no freio – O Banco Votorantim, especializado em créditos automotivo e de atacado, deve reduzir seu estoque de crédito nos próximos trimestres, como parte do esforço de manter a qualidade do balanço. Em setembro, dado mais recente disponível, a carteira ampliada do banco era de R$ 66,2 bilhões, queda de 3% em 12 meses
O último apaga a luz – A Duke Energy Brasil informou que sua matriz nos Estados Unidos contratou os bancos JP Morgan e Credit Suisse para assessorá-la na venda de seus negócios internacionais, que representam 4,4 gigawatts em capacidade de geração –metade desta no Brasil.
Nau a pique – O Fundo Garantidor da Construção Naval (FGCN) vai repassar recursos, incluindo ações do Banco do Brasil, para credores da empresa de sondas Sete Brasil, como parte do acordo para não execução de dívidas da empresa, segundo a Reuters.
Dólar furado – A CSN foi informada pela NYSE que a cotação de seus American Depositary Shares (ADSs) caiu abaixo das normas de listagem da bolsa de Nova York. A NYSE, dona da bolsa, exige uma média de fechamento mínima de US$ 1 por ADS durante 30 dias consecutivos de pregão. A regra determina também que a companhia se adeque à cotação mínima em até seis meses a partir da data da notificação.
Devo, não nego – A Lupatech iniciou negociações para comprar créditos que hoje pertencem a seus credores. A medida integra o plano de recuperação judicial da empresa, que ressalta que, até o momento, não há nenhum contrato assinado.
Grupamento – A CEEE-D, concessionária gaúcha de eletricidade, vai propor aos acionistas o grupamento de seus papeis, com o objetivo de se adequar às normas de negociação da BM&FBovespa. A empresa não informou qual a proporção de papeis prevista no grupamento.
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Banco do Brasil
Espresso da Bolsa
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Votorantim
Sete Brasil
Lupatech
Samarco
Mapfre
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