Saturday, 12 March 2016

Opinião: Cibersegurança dos carros conectados já desafia a engenharia

Espera-se que em 2020, 75% dos carros lançados mundialmente ofereçam dispositivos que permitam conexão com a internet, trazendo conforto e entretenimento, mas também aumentando o risco com a segurança e a privacidad
Os fabricantes de automóveis estão preocupados em garantir uma maior segurança aos passageiros e prevenir o potencial de ataques cibernéticos dos carros “conectados”.
Segundo um relatório divulgado em maio pelo BI Inteligence, em 2020, 75% dos carros lançados mundialmente irão permitir que as pessoas compartilhem músicas, procurem por filmes, acompanhem em tempo real o trânsito e as condições climáticas, e ofereçam ao motorista diversas opções de suporte como, por exemplo, o auto estacionamento.
Os pesquisadores americanos dizem que o mercado de carros conectados irá crescer anualmente cerca de 45% pelos próximos cinco anos, um incremento 10% maior que o do próprio mercado de automóveis. Segundo o BI Intelligence, dos 92 milhões de carros previstos para serem entregues em 2020, três quartos devem oferecer hardwares de conexão com a Internet.
No entanto, conforme a conexão com a Internet tornar-se mais comum nos módulos de controle dos veículos e do lançamento de um número maior de dispositivos usados em automóveis, o risco com a segurança e privacidade das informações também aumentará.
Definindo o problemaRecentes estudos da Universidade da Califórnia e da Universidade de Washington revelam que quase todos os sistemas de controle em um carro moderno podem ser comprometidos e controlados remotamente. Isso porque a maioria dos sistemas de segurança foi desenvolvida antes do surgimento das opções de conectividade existentes atualmente.
Hoje, um mercado diversificado de aplicativos de “entretenimento tecnológico” está sendo projetado especificamente para carros como, por exemplo, diagnósticos digitais, serviço de monitoramento para novos motoristas, sistemas de navegação e outros serviços pensados para toda essa nova linha de carros conectados. Segundo a consultoria McKinsey, as vendas desses automóveis devem crescer para $220 bilhões em 2020, bem acima dos $39 bilhões gerados em 2014.
Os carros novos já sairão das fábricas com pontos de acesso wireless, sistemas de telemática, conectividade via Wi-Fi e Bluetooth, além de sistemas de scanner. À medida que os aplicativos de smartphones forem integrados aos carros, como, por exemplo, o CarPlay da Apple, oportunidades para as ações dos hackers também crescerão exponencialmente.
No entanto, poucos questionam que a rápida expansão da tecnologia de conecção dos carros já ultrapassou a capacidade dos fabricantes de automóveis em proteger os consumidores contra os ciberataques. Em fevereiro de 2015, o senador americano Edward Markey escreveu um artigo sobre o tema. No texto, o senador detalha que encontrou montadoras que não tinham conhecimento e não conseguiam identificar a escala atual do problema, simplesmente porque não mantinham ou compartilhavam registros de possíveis invasões.
Além disso, verificou-se que quase todos os fabricantes de equipamentos originais (OEM), fornecedores de componentes para carros conectados, eram incapazes de responder aos ataques em tempo real, embora alguns tivessem sistemas de bordo que possibilitavam o registro das informações sobre as violações para uma recuperação posterior.
A conclusão do artigo foi que todas as empresas envolvidas com a indústria automobilística terão que desenvolver, rapidamente, a capacidade de se defender contra-ataques cibernéticos.
Definindo os riscosA maioria dos especialistas em segurança acredita que a dimensão dos riscos emergentes só será plenamente compreendida quando descobrirmos a motivação dos ciberterroristas. O que os criminosos têm a ganhar?
Infelizmente, parece haver muitas razões para se conectar a um carro ligado, algumas das quais se estendem além da motivação financeira usual para ataques a computadores e smartphones pessoais. Entre as razões já levantadas estão:
Lucro ou ganho financeiro
· Roubo de propriedade, incluindo do próprio automóvel
·  Conquistar uma vantagem comercial, como, por exemplo, desativar o modelo auto-maker da empresa rival para causar dano de marca
·  Espionagem industrial, ou roubo de propriedade intelectual dos softwares
Crime organizado, terrorismo e vingança pessoal
·  Engano ou neutralização do software e/ou hardware de restrições
·  Violação de privacidade, como rastreamento ou perseguição de pessoas
·  Causar danos a um motorista, passageiro, pedestre ou pessoas que estão na estrada
·  Danos de infraestrutura: desabilitar e/ou controlar uma frota de carros como forma de interromper ou mesmo parar o transporte de uma cidade inteira
Qualquer incidente pode afetar as metas financeiras de empresas, o aumento de indenizações por responsabilidade civil, ou ainda impactar negativamente o valor da marca de uma montadora ou de fornecedores de componentes eletrônicos. Por estas razões, alguns setores da indústria automobilística dos Estados Unidos estão considerando os recursos possíveis para medir o risco e construir estratégias adequadas de defesa à ciberataques.
Resposta da EngenhariaUma extensa reengenharia de arquitetura de sistemas para o suporte cibersegurança – incluindo o desenvolvimento de hardwares e softwares específicos – serão exigidos de diversos controles automotivos. Será necessário também um trabalho adicional para melhorar a proteção dos dados e a integridade dos controles que protegem o acesso a esses sistemas.
A teoria mais abrangente da indústria de design de sistemas de segurança tem que assumir que violações de segurança cibernética irão ocorrer e soluções operacionais de forma padrão devem fornecer proteção contra a intrusão, além de um monitoramento constante de comportamentos suspeitos, enquanto o carro estiver em operação.
A implantação de tal extensa tecnologia terá custos significativos para a indústria automobilística e pode levar uma década para que seja implementada integralmente. Mas os custos de não se construir sistemas de cibersegurança robustos para a nova era carros conectados serão mesuradas em despesas legais, responsabilidades civis para com os clientes, além, é claro, de perda de reputação corporativa das empresas envolvidas.
Claramente, carros conectados irão requerer soluções inteligentes.

(*)  Tom Srail é líder regional paras as indústrias de Tecnologia, Media e Telecomunicações da Willis Towers Watson

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Demi Lovato e seu "Confident": como "Father" e "Wildfire", veja 5 músicas que deveriam ser singles!

Estas são as apostas do Purebreak. Quais são as suas?

Desde que lançou o álbum “Confident”, Demi Lovato já trabalhou a divulgação de quatro músicas diferentes. Primeiro, as faixas “Cool For The Summer” e “Confident” se tornaram hits em rádios de todo o mundo. Depois, as potentes “Waitin For You” e “Stone Cold” também ganharam videoclipes incríveis. Agora, a musa deve começar a trabalhar “For You“. Porém, todo mundo sabe que o CD poderia render mais singles, concordam?

Assim como fizemos com Selena Gomez e seu “Revival” e One Direction e seu “Made In The A.M.”, nossa equipe resolveu apostar em cinco canções do “Confident” que ainda deveriam ser singles. Venha com o Purebreak e veja se concorda com as escolhas da nossa equipe!

1. “Old Ways”

A música tem aquela pegada da antiga Demi, uma versão que fez muitos fãs se apaixonarem pela artista, ainda na época da Disney. Sucesso garantido, né?

2. “Kingdom Come”

Esta parceria com Iggy Azalea é uma das faixas mais dançantes do CD e seria um grande desperdício se não fosse usada como single. É disso que as baladas precisam, gente!

3. “Lionheart”

No estilo de “Skyscraper“, esta música mostra todo o alcance vocal da diva dos lovatics.

4. “Wildfire”

Uma música lenta, emocionante e com um refrão impressionante. Seria essa a receita para o sucesso?

5. “Father”

Demi já revelou que esta é uma das músicas que mais gosta no álbum, além de ser uma das interpretações mais sinceras de sua carreira. Impossível não se emocionar!

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Espera-se que em 2020, 75% dos carros lançados mundialmente ofereçam dispositivos que permitam conexão com a internet, trazendo conforto e entretenimento, mas também aumentando o risco com a segurança e a privacidad
Os fabricantes de automóveis estão preocupados em garantir uma maior segurança aos passageiros e prevenir o potencial de ataques cibernéticos dos carros “conectados”.
Segundo um relatório divulgado em maio pelo BI Inteligence, em 2020, 75% dos carros lançados mundialmente irão permitir que as pessoas compartilhem músicas, procurem por filmes, acompanhem em tempo real o trânsito e as condições climáticas, e ofereçam ao motorista diversas opções de suporte como, por exemplo, o auto estacionamento.
Os pesquisadores americanos dizem que o mercado de carros conectados irá crescer anualmente cerca de 45% pelos próximos cinco anos, um incremento 10% maior que o do próprio mercado de automóveis. Segundo o BI Intelligence, dos 92 milhões de carros previstos para serem entregues em 2020, três quartos devem oferecer hardwares de conexão com a Internet.
No entanto, conforme a conexão com a Internet tornar-se mais comum nos módulos de controle dos veículos e do lançamento de um número maior de dispositivos usados em automóveis, o risco com a segurança e privacidade das informações também aumentará.
Definindo o problemaRecentes estudos da Universidade da Califórnia e da Universidade de Washington revelam que quase todos os sistemas de controle em um carro moderno podem ser comprometidos e controlados remotamente. Isso porque a maioria dos sistemas de segurança foi desenvolvida antes do surgimento das opções de conectividade existentes atualmente.
Hoje, um mercado diversificado de aplicativos de “entretenimento tecnológico” está sendo projetado especificamente para carros como, por exemplo, diagnósticos digitais, serviço de monitoramento para novos motoristas, sistemas de navegação e outros serviços pensados para toda essa nova linha de carros conectados. Segundo a consultoria McKinsey, as vendas desses automóveis devem crescer para $220 bilhões em 2020, bem acima dos $39 bilhões gerados em 2014.
Os carros novos já sairão das fábricas com pontos de acesso wireless, sistemas de telemática, conectividade via Wi-Fi e Bluetooth, além de sistemas de scanner. À medida que os aplicativos de smartphones forem integrados aos carros, como, por exemplo, o CarPlay da Apple, oportunidades para as ações dos hackers também crescerão exponencialmente.
No entanto, poucos questionam que a rápida expansão da tecnologia de conecção dos carros já ultrapassou a capacidade dos fabricantes de automóveis em proteger os consumidores contra os ciberataques. Em fevereiro de 2015, o senador americano Edward Markey escreveu um artigo sobre o tema. No texto, o senador detalha que encontrou montadoras que não tinham conhecimento e não conseguiam identificar a escala atual do problema, simplesmente porque não mantinham ou compartilhavam registros de possíveis invasões.
Além disso, verificou-se que quase todos os fabricantes de equipamentos originais (OEM), fornecedores de componentes para carros conectados, eram incapazes de responder aos ataques em tempo real, embora alguns tivessem sistemas de bordo que possibilitavam o registro das informações sobre as violações para uma recuperação posterior.
A conclusão do artigo foi que todas as empresas envolvidas com a indústria automobilística terão que desenvolver, rapidamente, a capacidade de se defender contra-ataques cibernéticos.
Definindo os riscosA maioria dos especialistas em segurança acredita que a dimensão dos riscos emergentes só será plenamente compreendida quando descobrirmos a motivação dos ciberterroristas. O que os criminosos têm a ganhar?
Infelizmente, parece haver muitas razões para se conectar a um carro ligado, algumas das quais se estendem além da motivação financeira usual para ataques a computadores e smartphones pessoais. Entre as razões já levantadas estão:
Lucro ou ganho financeiro
· Roubo de propriedade, incluindo do próprio automóvel
·  Conquistar uma vantagem comercial, como, por exemplo, desativar o modelo auto-maker da empresa rival para causar dano de marca
·  Espionagem industrial, ou roubo de propriedade intelectual dos softwares
Crime organizado, terrorismo e vingança pessoal
·  Engano ou neutralização do software e/ou hardware de restrições
·  Violação de privacidade, como rastreamento ou perseguição de pessoas
·  Causar danos a um motorista, passageiro, pedestre ou pessoas que estão na estrada
·  Danos de infraestrutura: desabilitar e/ou controlar uma frota de carros como forma de interromper ou mesmo parar o transporte de uma cidade inteira
Qualquer incidente pode afetar as metas financeiras de empresas, o aumento de indenizações por responsabilidade civil, ou ainda impactar negativamente o valor da marca de uma montadora ou de fornecedores de componentes eletrônicos. Por estas razões, alguns setores da indústria automobilística dos Estados Unidos estão considerando os recursos possíveis para medir o risco e construir estratégias adequadas de defesa à ciberataques.
Resposta da EngenhariaUma extensa reengenharia de arquitetura de sistemas para o suporte cibersegurança – incluindo o desenvolvimento de hardwares e softwares específicos – serão exigidos de diversos controles automotivos. Será necessário também um trabalho adicional para melhorar a proteção dos dados e a integridade dos controles que protegem o acesso a esses sistemas.
A teoria mais abrangente da indústria de design de sistemas de segurança tem que assumir que violações de segurança cibernética irão ocorrer e soluções operacionais de forma padrão devem fornecer proteção contra a intrusão, além de um monitoramento constante de comportamentos suspeitos, enquanto o carro estiver em operação.
A implantação de tal extensa tecnologia terá custos significativos para a indústria automobilística e pode levar uma década para que seja implementada integralmente. Mas os custos de não se construir sistemas de cibersegurança robustos para a nova era carros conectados serão mesuradas em despesas legais, responsabilidades civis para com os clientes, além, é claro, de perda de reputação corporativa das empresas envolvidas.
Claramente, carros conectados irão requerer soluções inteligentes.

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Trailer de Capitão América: Guerra Civil marca a estreia do Homem-Aranha no universo cinematográfico Marvel

Postado por Nick Ellis em 10 03, 2016 em Cinema, Disney, Entretenimento

A Marvel liberou hoje o novo trailer de Capitão América: Guerra Civil, com uma presença pra lá de ilustre. Depois de um longo inverno na Sony Pictures, o Homem-Aranha finalmente está no lugar onde sempre deveria ter estado, o universo cinematográfico da Marvel. Se você ainda não tiver visto, pare de ler e assista ao trailer abaixo.

No trailer vemos uma perseguição implacável do Pantera Negra ao Soldado Invernal, a Viúva Negra chutando bundas como sempre, a Feiticeira dominando o Visão (e olha que nos quadrinhos eles são casados) e até mesmo o Homem-Formiga sendo lançado em uma flecha pelo Gavião Arqueiro. No final, o Homem de Ferro traz o Aranha para tomar emprestado o escudo de Steve Rogers.
Eu curti muito a aparição do Aranha, mas o problema é que ele me pareceu CGI demais, não tem absolutamente nada que pareça real em seu uniforme, espero que no filme ele esteja mais real. Os efeitos digitais são essenciais e já avançaram muito, mas não tem jeito, sempre que fazem um personagem todo feito em computação gráfica, ele acaba destoando dos demais.

Nesta adaptação dos quadrinhos Guerra Civil, os Vingadores se dividem em dois times por divergências entre Steve Rogers e Tony Stark sobre a interferência do governo em seus assuntos. A trama parece bem modificada com relação aos quadrinhos, mas estamos falando de mídias distintas, e seria impossível reproduzir toda a complexidade de Guerra Civil em um filme de duas horas, só espero que as escolhas tenham sido acertadas (de cara, a decisão de incluir o Pantera Negra no time do Homem de Ferro não faz muito sentido).

Capitão América: Guerra Civil é dirigido por Anthony e Joe Russo, com roteiro de Christopher Markus & Stephen McFeely, mesmos autores dos dois primeiros filmes do Capitão América. Agora é só torcer pro tempo passar mais depressa até o dia 28 de abril!

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Demi Lovato e seu "Confident": como "Father" e "Wildfire", veja 5 músicas que deveriam ser singles!

Estas são as apostas do Purebreak. Quais são as suas?

Desde que lançou o álbum “Confident”, Demi Lovato já trabalhou a divulgação de quatro músicas diferentes. Primeiro, as faixas “Cool For The Summer” e “Confident” se tornaram hits em rádios de todo o mundo. Depois, as potentes “Waitin For You” e “Stone Cold” também ganharam videoclipes incríveis. Agora, a musa deve começar a trabalhar “For You“. Porém, todo mundo sabe que o CD poderia render mais singles, concordam?

Assim como fizemos com Selena Gomez e seu “Revival” e One Direction e seu “Made In The A.M.”, nossa equipe resolveu apostar em cinco canções do “Confident” que ainda deveriam ser singles. Venha com o Purebreak e veja se concorda com as escolhas da nossa equipe!

1. “Old Ways”

A música tem aquela pegada da antiga Demi, uma versão que fez muitos fãs se apaixonarem pela artista, ainda na época da Disney. Sucesso garantido, né?

2. “Kingdom Come”

Esta parceria com Iggy Azalea é uma das faixas mais dançantes do CD e seria um grande desperdício se não fosse usada como single. É disso que as baladas precisam, gente!

3. “Lionheart”

No estilo de “Skyscraper“, esta música mostra todo o alcance vocal da diva dos lovatics.

4. “Wildfire”

Uma música lenta, emocionante e com um refrão impressionante. Seria essa a receita para o sucesso?

5. “Father”

Demi já revelou que esta é uma das músicas que mais gosta no álbum, além de ser uma das interpretações mais sinceras de sua carreira. Impossível não se emocionar!

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Facebook lança "status de segurança" em SP após chuva deixar 18 mortos

Alvo de polêmica em 2015 após os atentados de Paris, ferramenta nunca tinha sido pela rede social no Brasil.
O Facebook ativou pela primeira vez o seu recurso Status de Segurança no Brasil nesta sexta-feira, 11/3, em razão das fortes chuvas que afetam o estado de São Paulo desde ontem.
Por conta das chuvas, que causaram diversas enchentes e deixaram 18 mortos, a rede social disponibilizou a ferramenta, que permite aos usuários avisarem seus amigos que estão são e salvos.
No total, o Status de Segurança do Facebook foi liberado em nove cidades paulistas: Atibaia, Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guarulhos, Itatiba, Itapevi e Mairiporã.
O recurso causou polêmica no ano passado, quando foi disponibilizado para os moradores de Paris no dia dos ataques terroristas, em novembro, mas não para Beirute, também atacado. Pouco depois disso, a rede social disse que iria utilizar a ferramenta em mais locais.

Como funciona 
A ferramenta de Verificação de Segurança pergunta aos usuários que acredita estarem em locais de emergência se eles estão seguros e permite que eles informem aos amigos clicando em um botão. As pessoas também podem verificar sobre usuários que elas acreditam que possam estar em uma área de emergência. A ferramenta foi usada pela primeira em uma “versão muito inicial” durante o Tsunami de 2011 no Japão.

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One Direction, Fifth Harmony, Little Mix, Cher Lloyd e mais estrelas reveladas pelo "The X Factor"!

Relembre também a passagem desses artistas pela atração!

Como todo mundo já tá sabendo, o “The X Factor” ganhará uma versão brasileira produzida pela Band ainda esse ano. O Purebreak tá super animado com essa notícia, já que o reality foi responsável por revelar ao mundo várias estrelas como o One Direction, por exemplo.

Por esse incrível motivo, assim como já até fizemos a lista ideal de jurados para o programa, nós vamos refrescar um pouco a sua mente e relembrar algumas dessas estrelas que surgiram na atração musical. Confira abaixo a lista:

1. One Direction

Começando por eles, que fazem o maior sucesso não só aqui no Break, mas no mundo inteiro, os meninos são um dos maiores fenômenos pop dos últimos anos. Mesmo com a saída de Zayn Malik, que divulgou recentemente uma música inédita do seu CD solo, o agora quarteto não se abalou e segue deixando a galera enlouquecida e emplacando um hit atrás do outro.

2. Fifth Harmony

Em segundo lugar, mas não menos famosas, estão as meninas do grupo Camila Cabello e companhia. Elas não chegaram a ganhar o programa, mas ficaram muito mais famosas que o primeiro colocado. Aliás, alguém lembra quem é? No momento a girlband trabalha na divulgação do single “Work From Home” e lançará o álbum “7/27” no dia 20 de maio.

3. Little Mix

Conhecidas internacionalmente, o grupo ganhou a edição de 2011 do “The X Factor UK”. Nesse tempo, já lançaram três álbuns e o estilo de Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards, a ex-namorada de Zayn Malik, inspiram a garotada de todos os lugares. Sem trocadilhos, parece que o mundo ficou realmente pequeno para elas…

4. Cher Lloyd

Essa gatinha já veio ao Brasil e participou da mesma edição que o One Direction, só que acabou se perdendo um pouco na divulgação do segundo álbum. Apesar disso, emplacou o hit “Want U Back” na principal parada da música americana, sem contar a parceria com Demi Lovato na canção “Really Don’t Care”. Atualmente está gravando seu terceiro CD, ainda sem previsão de lançamento.

5. Leona Lewis

Mesmo que muitas vezes os ganhadores não façam tanto sucesso quanto outros participantes, no caso dessa ariana de 30 anos a coisa foi diferente. É impossível falar do reality e não lembrar desse talento em pessoa. Pra quem nunca teve a oportunidade de escutar alguma música dela ou só conhece o hit “Bleeding Love”, fica a dica aqui para conhecer os singles “Collide”, “Lovebird” e “Thunder”!

E aí, tem mais alguma estrela do “The X Factor” que você gosta muito e acabou ficando de fora da nossa lista? Conta pra gente aqui embaixo nos comentários!

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